11 de out. de 2009

Bolo de Rolo - Fase II (DESASTRE TOTAL)

Bem, é com profunda tristeza que informo que a peleja do Bolo de Rolo - Fase II, utilizando uma assadeira apropriada de 0,5 cm de profundidade foi  fiasco.

Não sei se foi a troca do açúcar de confeiteiro pelo açúcar refinado, mas algo realmente não deu certo. O máximo que consegui foi alguns tarecos (pra quem não conhece tareco é um biscoito feito praticamente da mesma massa).

O forno também não ajudou muito por ser pequeno e a assadeira ser grande demais, fazendo com que a parte mais de dentro da assadeira ficasse ao ponto rapidamente.

Enfim, nos do Nordestinos na Cozinha também erramos e honrosamente postamos nossos erros, porém a luta continua e não desisto tão fácil. Amanhã seguirei a primeira receita apenas com uma diferença, a assadeira.

Não postarei as fotos do resultado pois será muita humilhação e ainda não evolui tanto assim para aceita-la.

Inté!!

10 de out. de 2009

AGULHAS-FRITAS



As agulhas (peixe teleósteo, sinentognato da família dos hemiranfídeos) fritas constituem um prato muito apreciado não somente nos bares da orla marítima, como também no cardápio das famílias do Nordeste.

As agulhas são preparadas da seguinte maneira:

A Peleja:

Tiram-se as escamas e, depois de tratadas e lavadas, são colocadas numa travessa com suco de limão e sal. Depois de uns trinta minutos, mais ou menos, são enxutas, mergulhadas em farinha de trigo e postas para fritar em uma frigideira com óleo bem quente.

Acompanhamento:

Uma cerva gelada!!!!

Dica:

Pra quem não gosta da tal da espinha de peixe, quanto mais frita melhor a agulha fica melhor.

P.S Só indo pra o Nordeste pelo menos uma vez no ano para postarmos uma receita dessas...kkkkkkkkkkk

Inté!!!

Lagostinha ( àgua e sal )



Se a lagostinha está viva, melhor: dobre a cauda sobre o corpo e prenda com um fio.
Qualquer que seja a maneira de preparar, sempre se deve cozinhar a lagostinha em água e sal, por ½ hora.


Temperos – nesta altura – só contribuem para tirar o gosto da lagosttinha.


Se a lagostinha está morta e congelada, espere descongelar. Se está morta e não congelada, pegue-a pela cauda e, se a lagosta não se contrair, desista dela, que não é fresca.


Uma vez cozida, sua couraça fica vermelha. Tire, então, a tripa, que fica no correr do lombo. (É só dar um golpe no sentido do comprimento e, a pequena profundidade, lá está ela, escura.)


Essa lagostinha acima veio da Barra de Santo Antonio - AL. Maravilhosa.

Inté!!!

9 de out. de 2009

Apenas 0,5 cm de profundidade!!!



Nova aquisição!! Assadeira para Bolo de Rolo com profundidade de 0,5 cm. O Bolo de Rolo agora sai com a espessura máxima permitida pelo INMETRO.

Amanhã é o dia da peleja!!!

Inté!!!

8 de out. de 2009

Bolo de Rolo - Fase II

Opa!!!!

Esse final de semana teremos novas postagens. Uma delas é a segunda receita de Bolo de Rolo. O objetivo é chegarmos a perfeição e para isto o caminho é árduo.Nesta nova receita mudam alguns ingredientes e a infra.

Aguardem.Pois feriadão em Sampa só dá nisso. Cozinhar!!!

Mais um pouco de história sobre o Bolo de Rolo Pernambucano:

Fonte: Veja São Paulo

O doce foi criado por uma família portuguesa que chegou à região para trabalhar com cana de açúcar. A fórmula permaneceu em segredo por muito tempo. Era a época dos grandes engenhos, da cultura de açúcar no Brasil…A senhora de engenho Rita de Cássia Souza Leão teria inventado a receita ao misturar ingredientes locais, como a mandioca e o leite de coco, ao jeito português de preparar sobremesas com ovos e muito açúcar. Hoje, existem diversas versões do bolo que foram sendo adaptadas a partir da original.

Em um de seus livros, o sociólogo pernambucano Gilberto Freyre comenta que receitas como a do bolo-de-rolo e a do Souza Leão ficavam sempre escondidinhas atrás de uma cortina de ciúme das sinhás do engenho. O preparo era complexo e as sinhás consideravam as fórmulas tão valiosas quanto jóias de família. Foi aliás um livro de Gilberto Freyre, o clássico Açúcar – Uma Sociologia do Doce, que ajudou a popularizar o Souza Leão, com algumas receitas. A primeira edição da obra é de 1939.

Inté!!